Pular para o conteúdo principal

Era uma vez...

... Alguns homens velhos. Estes homens eram muito influentes em sua cidade, mas um deles era o mais importante e louco de todos. O nome dele era Sam. Ele tinha o costume de matar as pessoas que ficassem contra ele. Ele também vendia coisas maravilhosas e era muito rico por causa disso.

Ele gostava muito de comer comida chinesa feita pelo senhor Tung. Quase todos os dias ele ia lá, comia alguma coisa e assinava a nota dizendo que ia pagar da próxima vez. Porém, ele não pagou nada durante anos.

Numa certa época, todos tiveram problemas com suas casas (menos o senhor João da Silva, que fez uma casa mais forte para resistir às grandes ondas de água que devastaram tudo) e o senhor Sam, que devia ao senhor Tung e outros quatro, incluindo o senhor Hans que tinha uma filharada para dar conta e alimentar, não quis pagá-los, porque era muito dinheiro e estava tentando reconstruir sua casa primeiramente.

Eles tentaram convencer as pessoas da cidade de que o senhor Sam era uma pessoa ruim e não confiável, mas as pessoas não deram atenção, já que o senhor Sam era muito influente e tinha vários truques na manga caso fossem contra ele. Então, todos ficaram quietos, temendo o pior com casas quebradas e sem condições de reconstruí-las.

As crianças do senhor Hans tornaram-se rudes, violentas e começaram a se agredir entre si e ao seu pai. Ficaram doentes e quase morreram, e mesmo assim o senhor Sam se manteve na mesma. Ele não ajudou. Nem vai. Até que tenhamos guerra.

Entendeu do que se trata a historinha? Deixe seu comentário.

Comentários

  1. Anônimo10:19

    e vei intendi nao

    ResponderExcluir
  2. Caraca, simplesmente f..ástico seu texto! Só espero que não seja profético tbm, pq esse "até que tenhamos guerra" não soou absolutamente nada bem!

    ResponderExcluir
  3. Ahn... É só aqui em casa, ou não rola aquele gadget "Seguidores" no blog de vcs?

    ResponderExcluir
  4. Tem sim, Mariano. São aqueles que foram acertados.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Limpeza

Depois de uma farra das mais estranhas dentre as que já me meti, só queria duas coisas: uma cura para a ressaca e uma faxina mágica na minha casa. Mas como é mesmo que eu fui parar ali?   Estava tão empolgado com tudo que vinha dando certo até agora que resolvi comemorar. Era muito bacana a ideia de sair e celebrar com um amigo esse momento tão fantástico que eu estava vivendo. O esquenta começou em casa mesmo. Não demorou muito pra que já estivesse embriagado e fazendo besteiras. Mas até aí tudo bem, dentro de casa era tranquilo.  Foi então que estava suficientemente tonto ao ponto de ser corajoso e sair. Fizemos isso numa velocidade espantosa e, de repente, parecia que eu tinha entrado de penetra numa festa trash. De início, ainda empolgado com a coragem que tinha conseguido com aquele porre inicial, parecia tudo novo e cheio de opções. Mas logo mais a onda foi acabando, a grana foi junto e com tudo isso a graça também. Era, definitivamente, um filme de terr...

Carta do filho pródigo

Irmãos e irmãs. Meu pai. É a primeira vez que escrevo desde que parti. Não faz muito tempo, pedi tudo que era meu por direito e resolvi andar com minhas próprias pernas e ver o mundo através dos meus próprios olhos. Quis ir além dos muros do palácio onde vivia, pois acreditava que eles apenas me serviam como prisão, como verdadeiras cercas por onde a luz e as outras cores não poderiam me alcançar. Acreditava que todo o afeto que eu havia nutrido por tanto tempo ali dentro, naquele lar cheio de amor, acabaria por me sufocar e era preciso sair para respirar e compartilhar um pouco com aqueles que estavam do lado de fora e viviam ao ar livre. Eu acreditei que estar ao ar livre era liberdade, e que, quem ali estava, também seria livre e viveria do amor. Doce e pura foi a minha ilusão. Nas primeiras milhas da minha jornada já comecei a sentir as dificuldades de se estar caminhando pelo deserto, agora solitário, mas ainda com recursos. O sol brilhava forte pelas manhãs, o se...