Pular para o conteúdo principal

Dia internacional da Arte

O dia internacional da Arte foi ontem e é claro que o Jogo na Lata tinha que falar alguma coisa sobre ele.
O dia da Arte  é aquele dia  que a gente lembra das  esculturas de pinto pequeno feitas de mármore e  da Monalisa olhando para sabe deus onde.
A arte vai um pouco além da Monalisa, já que ela é uma forma de expressão magnífica que trás cor para o nosso mundo cinza,ela possui várias formas,uma delas são os Quadrinhos, e é sobre eles que eu vou  falar um pouco agora.
A História das Histórias em quadrinhos (\o/) começa no inicio do século XX  com um  suíço chamado Rudolph Töpffer,um Brasileiro chamado Ângelo Agostini e Wilhelm Bush que era alemão e tinha um sobrenome de dar inveja.
Os primeiros quadrinhos eram historinhas bonitinhas com crianças e bichinhos, tudo muito engraçadinho,dai o nome Comics.
Há quem diga que Edgar Burroughs abriu a Era de Ouro dos quadrinhos com um personagem que quase ninguém conhece chamado Tarzan,também teve o Alex Raymond  criador do Flash Gordon, que não tinha super velocidade, na verdade ele era só um Herói espacial que ficava indo de planeta em planeta igual um tonto,e o Buck Rogers que era mais tonto ainda.
Porém, algumas pessoas um pouco menos tontas que o Gordon e o Buck Rogers, concordam que a imponente Era de Ouro tenha nascido no final dos anos 30 com a criação do nosso querido Superman que abriu caminho para a Marvel e  DC Comics lançar grandes nomes como o Flash,Lanterna Verde,Batman,Capitão América,Mulher Maravilha,Tocha Humana,Capitão Marvel(Shazam) e o otário do Aquaman.
O Jay Garrick foi o primeiro Flash, criado pelo Gardner Fox e pelo Harry Lampert,ele ganhou super velocidade quando inalou água pesada no laboratório de biologia da faculdade que estudava,depois deixaram de publicar as histórias dele e no começo dos anos 50 criaram um novo Flash chamado Barry Allen que marca o inicio da Era de Prata dos Quadrinhos.
Na verdade a Era de Prata só fez reviver os grandes personagens da Era de Ouro, como o Superman e o Lanterna Verde, mas foi nela que a Marvel começou a virar gente graças ao Stan Lee, e  nos presenteou com o Homem Aranha,com o Hulk e o com o Homem de Ferro.
Também criaram o Quarteto Fantástico pra abrigar o Tocha Humana,os X-men,o Surfista Prateado e os Vingadores.
O Demolidor também é da Era de Prata, mas ninguém liga pra ele.
Nos anos 70 teve a Era de Bronze que de legal só teve uma serie da DC Comics  chamada Crise nas infinitas Terras,que  teve 12 exemplares e foi desenhada pelo George Perez,é muito legal e eu  prometo fazer um post só sobre ela depois.
E é isso ai,feliz dia da Arte pra todo mundo e até mais.

Comentários

  1. Eu só consigo pensar na Monalisa e em como ela dá medo. Não ficaria no Louvre olhando para ela.
    Que seja, bom post :))

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Era uma vez...

... Alguns homens velhos. Estes homens eram muito influentes em sua cidade, mas um deles era o mais importante e louco de todos. O nome dele era Sam. Ele tinha o costume de matar as pessoas que ficassem contra ele. Ele também vendia coisas maravilhosas e era muito rico por causa disso. Ele gostava muito de comer comida chinesa feita pelo senhor Tung. Quase todos os dias ele ia lá, comia alguma coisa e assinava a nota dizendo que ia pagar da próxima vez. Porém, ele não pagou nada durante anos. Numa certa época, todos tiveram problemas com suas casas (menos o senhor João da Silva, que fez uma casa mais forte para resistir às grandes ondas de água que devastaram tudo) e o senhor Sam, que devia ao senhor Tung e outros quatro, incluindo o senhor Hans que tinha uma filharada para dar conta e alimentar, não quis pagá-los, porque era muito dinheiro e estava tentando reconstruir sua casa primeiramente. Eles tentaram convencer as pessoas da cidade de que o senhor Sam era uma pessoa ruim ...

E alguém me disse “eu te amo”

Tarde estranha aquela que parece sábado. Sempre aquela leseira, uma sensação de nada pra fazer e um copo de alguma coisa do seu lado. No meu caso, um copo cheio de água para afogar o nervosismo e não dar chances ao pânico. A luz está conforme manda o figurino e o calor impera como um Dom Pedro II, calmo e cativante. Não é a toa que nas tardes que parecem de sábado nós gostamos de passar com aqueles que temos melhores laços. Eu, por exemplo, adoro pedalar com meu irmão até lugares que vou muito pouco. Quando isso não é possível, converso com outros amigos e não puxo assunto com gente que não quero nem ver na minha frente até o dia que não pareça sábado! Mas como sábado ou quase ele não é título do texto, imagino que se pergunta: “quem foi essa?” Foi a brisa, meu bem. Uma brisa tranquila que me fez palpitar o coração depois de uma sacada rápida. Aquela uma que você sente quando acha que fez algo certo e que dali em diante os ventos soprarão a favor! É como se aquela tarde vazia s...

O dia que eu vendi o mundo

Há mais de um mês tenho a impressão de que não existe mais o que fazer em momentos matutinos. É como aquele buraco no ser humano que muitas vezes é preenchido pela religiosidade, só que na minha agenda. Um vazio que tem sido preenchido por discussões pontuais, mobilizações rápidas e votações vazias. Além desses eventos, existem ainda grandes espaços em vácuo. Isso porque estou envolvido até o pescoço. Antes do começo dessa mudança repentina, eu disse não. Eu e algumas minorias. Mas como minorias não mandam nem são mandadas, tivemos que acatar o que uma massa decidiu libertinamente. E foi interessante! De uma hora para a outra as minorias e eu nos tornamos aquilo que a maioria deveria tornar-se, mas que por infortúnio do destino ou simples lei de Newton não aconteceu. Eis que assim como ato de Houdini, aqueles que me impuseram o vácuo desapareceram nele, e de tempos em tempos assombram os que restaram no mapa astral do que hoje posso chamar de Campus. Esses espectros querem s...